quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

NOTA OFICIAL

Jornalistas brasileiros têm representação nacional única

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) alerta à categoria e à sociedade que é a única entidade sindical constituída legalmente para defender os jornalistas brasileiros. Com seus 31 Sindicatos de Jornalistas filiados, a FENAJ é a entidade máxima de representação da categoria em nível nacional e também internacional, por meio de sua filiação à Federação de Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc) e à Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ).

Tal manifestação faz-se necessária tendo em vista a criação de um suposto sindicato nacional dos jornalistas, com sede na cidade paulista de Carapicuíba, mas com base territorial nacional. A entidade busca sustentar-se na equivocada decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 19 de junho de 2009, extinguiu a exigência de diploma de curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Para atrair filiados, oferece "curso de habilitação em jornalismo" e "carteira de jornalista" a quem se dispuser a pagar sua anuidade.

A FENAJ esclarece que é a única entidade com autorização legal para expedir a Carteira de Identidade de Jornalista, que tem validade como documento de identidade. Esclarece também que, apesar da decisão do STF, a formação para o exercício profissional do jornalismo continua se dando pelos cursos superiores de jornalismo, oferecidos por instituições de ensino superior. Portanto, cursos rápidos não garantem a ninguém o acesso à profissão.

A FENAJ esclarece ainda que o aparecimento repentino de novas entidades sindicais, sem a observância dos aspectos legais, tem o claro objetivo de enfraquecer a organização dos jornalistas que, na atualidade, lutam para restabelecer a exigência da formação de nível superior específica em jornalismo para o exercício da profissão. Lembra que a primeira vitória desta grande luta já foi obtida com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 33/2009, em primeira votação, no Senado Federal.

A FENAJ reafirma a defesa do jornalismo como bem público essencial à democracia e à garantia da liberdade de expressão e reitera que, como única e legítima entidade de representação nacional dos jornalistas brasileiros, vai continuar a defender a categoria e a profissão. 

Brasília, 21 de dezembro de 2011.
Diretoria da FENAJ

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Jornalista Willy César escreve sobre a vida e obra de Chico Bastos

"O Pescador".  Esse é o título que ilustra a capa da publicação que contará a vida de Francisco Martins Bastos, um dos gaúchos mais respeitados e admirados por seu humanismo e espírito empreendedor.  O uruguaianense foi um dos pioneiros da indústria de refino de petróleo no país, dando início, em 1936, a uma aventura empresarial bem sucedida que um ano depois culminou no nascimento de um dos maiores grupos privados nacionais da década de 80: as Empresas Petróleo Ipiranga.

O projeto da biografia começou em maio de 2007, como uma forma de perpetuar o agradecimento de seu sobrinho Carlos Alberto Martins Bastos, a quem o personagem central o distinguiu com uma amizade paterna. Com pré-lançamento realizado em Uruguaiana em meados de outubro, Rio Grande recebe, no próximo dia 20, às 19 h, no CCMAR, o lançamento oficial da obra para que amigos, ex- funcionários do Grupo Ipiranga ou aqueles que ainda exercem uma posição no grupo atual, possam prestigiar.

Com 366 páginas, muitas ilustrações e mais de cem entrevistas, a obra tem prefácio do diretor do Museu Oceanográfico, Dr. Lauro Barcellos, e foi escrita pelo jornalista Willy César marcando a sua estreia neste gênero literário. Natural do Rio Grande, o escritor trabalhou com Bastos na Ipiranga e destaca que reviver a sua história e trazê-la aos leitores é um grande desafio e responsabilidade.

O livro é resultado de um intenso trabalho que vai contar a trajetória de um dos gaúchos mais respeitados no âmbito empresarial e pessoal. Em 1999, passados mais de 10 anos do seu falecimento, Chico Bastos foi escolhido um dos 20 gaúchos que marcaram o século XX, junto às personalidades como Érico Veríssimo, Mário Quintana, A.J Renner, Elis Regina, Teixeirinha, entre outros, reafirmando seu importante legado, liderança e espírito empreendedor.

Dos seus 80 anos, Chico Bastos, como era conhecido, viveu 51 em Rio Grande para onde se transferiu quando foi coordenar as obras de instalação da Refinaria Ipiranga. A cidade deve muito a ele. Com o olhar sempre voltado à educação e cultura, e diante das dificuldades em repor funcionários na empresa, idealizou uma escola profissionalizante para qualificação pessoal. A soma dos seus esforços resultou, em 1956, na criação da Escola de Engenharia e do Colégio Técnico Industrial (CTI). Foi responsável, também, pela criação da faculdade de Medicina, em 1966 e a Fundação Universidade do Rio Grande (FURG), em 1969.  Filho de Ângelo Martins Bastos e Corintha Carvalho Bastos, casado com Ondina, sem filhos, Dr. Bastos faleceu em abril de 1987, aos 80 anos, no mesmo ano em que a Ipiranga completaria seu cinquentenário, ocupando nesta época o cargo de Presidente do Conselho de Administração das Empresas Petróleo Ipiranga.

Declarações de Bastos sobre Rio Grande:
“Sempre procuramos fazer alguma coisa pela cidade do Rio Grande e pela gente que nos recebeu, que participa da nossa alegria. Foi a única maneira de demonstrar a nossa gratidão ao trabalho honesto e dedicado e à amizade encontrada neste ponto querido do Rio Grande do Sul. O que fizemos foi feito com alegria.” 
Nossa história, de Francisco Martins Bastos, Revista O Petrolinho, 1962.

Informações adicionais com a jornalista Michelle Pereira Rossettini, pelos fones (53) 9954.9693 ou 3035.1022 

Serviço: 

O quê: Lançamento do livro biográfico Chico Bastos – O Pescador, Editora Univer Cidade / RJ.
Quando: 20 de dezembro, às 14h30,  com  entrevista e sessão de autógrafos ( especialmente
para imprensa) do autor da obra, o jornalista rio-grandino, Willy Cesar
Onde:  Câmara do Comércio – Rio Grande/ RS  

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

27º Jantar dos Jornalistas

Colegas Jornalistas de Rio Grande,
O nosso tradicional jantar de final de ano da categoria, que já vai para a sua 27º edição, acontecerá no dia 19 de dezembro, a partir das 20 h, no Centro de Navegação Rio-Grandense (Rua  Marechal Floriano, 183).
O cardápio conta com uma deliciosa paella, refrigerante e cerveja. Haverá também sorteio de brindes!
Pelo segundo ano, o Jantar dos Jornalistas será patrocinado pela Quip.
Os convites já começaram a ser encaminhados, mas os jornalistas precisam confirmar presença até o dia 15/12/11 pelo e-mail lordeloboestudio@gmail.com .

OBS: O jantar é destinado aos JORNALISTAS (não levar acompanhantes) e, se por acaso o convite chegar a uma pessoa que não o seja, peço que o desconsidere. E se alguém ficar sabendo de algum jornalista que não recebeu o convite, peça que o mesmo entre em contato comigo (aproveito para pedir que todos os jornalistas mantenham seus dados atualizados, me informando nome, local de trabalho, e-mail e telefone).

Serviço:
O que? 27º Jantar dos Jornalistas
Quando? 19/12/11, às 20 h
Onde? Centro de Navegação Rio-Grandense - Rua  Marechal Floriano, 183

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

PEC do Diploma é aprovada no Senado

Após intensos debates, a PEC 033 foi aprovada na tarde desta quarta-feira, 30 de novembro, no plenário do Senado Federal, por 65 votos favoráveis, com 7 contrários. A Proposta de Emenda à Constituição 33/2009, que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. "Dizer que ter profissão de jornalista criaria embaraço à expressão do pensamento é escárnio. O que cria é o monopólio da mídia", disse o autor da proposta, senador Inácio Arruda, que considerou a votação maciça uma resposta ao monopólio dos veículos de comunicação.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodriges Nunes, esteve nas galerias do Senado Federal acompanhando a votação da PEC. Para ele, a votação foi um reconhecimento dos senadores pela questão da educação. "O voto não foi para os jornalistas, mas para a sociedade como um todo, que quer um Jornalismo de qualidade, então a vitória não foi apenas para nós, mas para a sociedade", comemorou Nunes. Agora, Fenaj e sindicatos vão conitnuar acompanhando a PEC na votação em segundo turno, além do trabalho na Câmara de Deputados, com sua respectiva PEC, e com a Frente Parlamentar Pelo Diploma. Se aprovada em segundo turno no Senado, a PEC 33/2009 seguirá para exame da Câmara dos Deputados.
"Fernando Collor foi presidente da República e fala contra as universidades, vota contra a educação. Precisamos saber quem são os senadores, que detêm mandato", aponta José Nunes. Os três senadores gaúchos - Pedro SImon, Paulo Paim e Ana Amélia Lemos votaram favorável à proposta. "Sou formada na Faculdade dos Meios de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, e tenho orgulho do meu diploma de jornalista", discursou a senadora gaúcha, instantes antes de ser aberto o painel de votação.
Além de outros respresentantes da categoria, estava também o diretor da Fenaj José Carlos Torves, ex-presidente do Sindicato gaúcho e atual diretor.

Jornalistas compram sede em Pelotas


Foto: Simone Sinotti

O Sindicato dos Jornalistas investe no interior e qualifica a sua atuação junto à sociedade gaúcha. No dia 25 de novembro,a instituição adquiriu a sua primeira sede fora da capital Porto Alegre. A partir de agora, os colegas da Zona Sul passam a ter casa própria no município de Pelotas, polo universitário onde funcionam dois cursos de jornalismo (Universidades Católica e Federal). A sala comercial, no coração da cidade "Princesa do Sul", continuará abrigando a Delegacia Regional para o atendimento personalizado de aproximadamente 200 associados. A compra do imóvel foi oficializada pelo presidente, José Maria Nunes, juntamente com o secretário geral, Salvador Tadeo, e o delegado regional, Carlos Machado.
A aquisição da sede própria da delegacia em Pelotas  é um passo importante na reestruturação do Sindicato no interior do estado”, afirmou Nunes, acrescentando que os jornalistas devem agora utilizar a sala como um espaço deles. Agora temos a Casa do jornalista, disse ele.
Para o secretário geral, Salvador Tadeo, a reorganização das delegacias no interior do estado está sendo consolidado por etapas. Pelotas tem uma importância muito grande pela demanda existente. São muitas as empresas de comunicação atuantes e, naturalmente, é expressivo o número de profissionais e estagiários no mercado. “O próximo passo será a reestruturação de outras regionais, como as de Passo Fundo, Caxias e Santa Maria".
Com mais de 50 metros quadrados, a sede da delegacia regional oferece em sua estrutura um computador com acesso aos serviços de internet e TV a cabo, além dos principais jornais da cidade e região. “...esta é uma grande conquista para Pelotas e região, já que abrangemos 21 municípios”, afirmou o delegado Carlos Machado, que projeta algumas atividades para 2012, comemorando esta conquista. 
A Delegacia funciona de segunda a sexta-feira e atende com hora marcada pelo telefone 3305.7555, na rua Marechal Deodoro, nº 558/201.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

IV Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação

(Clique no cartaz para vê-lo ampliado)

 As inscrições podem ser feitas no dia do evento.
O almoço está marcado para acontecer no Restaurante Comodoro (Hotel Atlântico).

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Perfil Jornalista: José Nunes

Estamos abrindo um novo espaço em nosso blog, o Perfil Jornalista, onde estaremos batendo um papinho com alguns colegas de profissão. E para estrear, ninguém melhor que o jornalista José Maria Rodrigues Nunes, natural de Vacaria e atual Presidente do Sindicato Profissional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS.


1 - Fale um pouco da sua trajetória.

Sou formado em Jornalismo pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo e tenho ao longo de minha carreira um histórico voltado à mídia do Interior do Estado do Rio Grande do Sul, em especial os jornais. Iniciei minha carreira no Jornal JS, em Sapiranga, e, na seqüência, me transferi para o jornal Zero Hora, para atuar como correspondente no Município de Pelotas, onde passei por diversas editorias, o mesmo ocorrendo em Vacaria, quando fui correspondente do Jornal Pioneiro. Em 1996, me transferi para o Jornal VS, onde trabalho até os dias de hoje, tendo passado pelas editorias de polícia, geral, variedades e esportes.

2 - Por que escolheu o jornalismo como profissão?

Acredito que a minha escolha se deu como acontece com a maioria dos jovens que percebem as injustiças sociais e querem fazer algo para mudar. Ainda jovem sempre procurei estar atento às mudanças e questionava, quando algo saia errado, neste sentido não foi preciso nenhum teste vocacional para dizer que me tornaria um profissional na área do jornalismo. A única dificuldade encontrada mesmo, foi de como cursar uma faculdade, já que morava no interior do estado e era uma verdadeira aventura buscar uma formação num curso superior, ainda mais para uma pessoa de família humilde e o fato de estar longe da família. Como muitos jovens, enfrentei os mesmos problemas de falta de dinheiro, mas no final posso dizer que consegui superar vários obstáculos, é claro sempre contando com o apoio da família.

3 - Como enxerga a classe jornalística atualmente?

Tenho dito que os jornalistas vivem uma crise de identidade e isso não é de agora não, a falta de consciência profissional fez com que os jornalistas, legítimos defensores de todas as classes sociais, em especial dos trabalhadores perdessem a sua referência. Eu acredito que isso ocorreu após a abertura política no Brasil, quando o profissional passou a buscar cada vez mais um segundo e até mesmo um terceiro emprego e deixou questões importantes de lado.  Um exemplo claro é o que aconteceu com a decisão do Supremo dando fim a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Muitos profissionais sequer sabiam que isso estava acontecendo. Tenho certeza que se os jornalistas fossem um pouco mais unidos teríamos revertido essa situação.

4 - O que o motivou a ingressar no sindicalismo?

A atuação político-sindical teve início em 2000, quando assumi o cargo de delegado sindical no Jornal VS. Em 2004, assumi o cargo de vice-presidente do Sindicato. Com um trabalho voltado ao fortalecimento das Delegacias Regionais no interior do Estado, em 2007 fui eleito presidente do Sindicato. Em julho de 2010 fui reeleito presidente do Sindicato com 92,44% de aprovação da categoria. Hoje ocupo também o cargo de vice-presidente Sul da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Sou o primeiro jornalista com base no Interior do Estado a ser eleito para presidir o Sindicato, em mais de seis décadas de existência. Dentro dos projetos à frente da entidade, que congrega mais de 8 mil profissionais em todo o Estado, está a luta pela obrigatoriedade do diploma e a regulamentação profissional, o desenvolvimento das delegacias regionais do Interior. Entre as realizações obtidas ao longo do primeiro mandato estão a organização de dois congressos estaduais no interior do estado, em Santa Maria (2008) e em Novo Hamburgo (2010), e o Congresso Nacional dos Jornalistas, que ocorreu em 2010 em Porto Alegre.

5 - Qual a importância do jornalista do interior no movimento sindical?

Eu acredito que a mobilização dos jornalistas do interior é de fundamental importância para o movimento sindical, uma vez, que hoje contamos com universidades em vários cantos do Rio Grande e com isso o mercado jornalístico tende a crescer ainda mais. Para termos um controle do cumprimento das leis trabalhistas se faz necessária a presença do sindicato e de dirigentes, que dediquem um pouco do seu tempo para unir a categoria e buscar solução para os problemas que estes profissionais enfrentam no dia a dia. Eu sempre digo que o jornalismo feito no interior é tão bom como é que é feito na capital, e por isso deve ser valorizado da mesma forma. Desde que assumi o sindicato uma das minhas metas é acabar com os dois pisos, mas infelizmente ainda falta uma mobilização maior da categoria para isso acontecer.

6 - Depois do golpe sofrido pelo STF, quando foi derrubada a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista, como anda a movimentação em relação a  PEC nº 386/2009, que reverteria esta situação?

Temos duas PECs tramitando no Congresso Nacional, a PEC33/2009, do senador Antônio Carlos Valadares, do Sergipe que inclusive já entrou na pauta de votação do senado, mas infelizmente acabou não sendo apreciada e a PEC 386/2009 do deputado Paulo Pimenta que tramita na Câmara. Acreditamos que temos condições de reverter a decisão do Supremo, mas para isso é necessária uma mobilização de toda categoria e da sociedade, em especial destacando que o STF disse não a educação no Brasil e para isso o Congresso Nacional terá de voltar a legislar.
Não podemos admitir em hipótese alguma que, por decisão judicial, retirem dos profissionais e também da sociedade a premissa de um jornalismo de qualidade exercido por pessoas que buscam uma qualificação nos bancos escolares. Ao contrário do que muitos dizem, o curso superior é sim o balizador de um jornalismo sério e ético. Não são os grandes empresários, os defensores da desregulamentação por interesse próprio, que poderão dizer quem pode ou não escrever no jornal. O diploma é um dos requisitos básicos e que hoje impedem um jornalismo de interesses, porque acaba por vezes impedindo o acesso aos postos de trabalho, àqueles que se acham no direito de exercer a profissão sem ética e conhecimento.
Para os patrões da comunicação a não obrigatoriedade do diploma é muito cômoda, porque podem contratar quem quiser para defender seus interesses, admitir profissionais sem nenhuma ética ou compromisso social. Para que ter o compromisso com a verdade, se a verdade é aquela dos empresários. Infelizmente, esse pensamento patronal está cada vez mais impregnado dentro da nossa categoria. Pelo menos na época de Chateaubriand, ainda que explorados, os repórteres entendiam que era o momento de cobrar o salário. Agora, os profissionais preferem aceitar as regras do patrão a exigir seus direitos.
A decisão do STF contrária aos interesses da sociedade, que é de ter uma informação com o caráter público da notícia, ou seja, o interesse público de um fato noticioso. A exigência do diploma, de maneira alguma “cerceia” a liberdade de expressão, grito expelido por aqueles que se dizem contra o diploma.

7 - Por fim, deixe um recado para os jornalistas de Rio Grande, São José do Norte, Santa Vitória do Palmar, Chuí, Arroio Grande e Jaguarão, amparados pela Delegacia Regional de Rio Grande.

Só quero pedir para que os jornalistas se filiem ao sindicato e ajudem essa direção que assumiu a Delegacia Regional, para que consiga desenvolver um belo trabalho em prol dessa categoria. Fizemos um esforço bastante grande para retomar o trabalho nessa regional, que para nós é de fundamental importância e queremos com isso dar respaldo não só para os diretores  mas para todos os profissionais da região. Para isso e mostrando que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais cada vez mais está valorizando o trabalho jornalístico produzido no interior do estado que programamos para realizar em Rio Grande o Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Comunicação, marcado para ocorrer no dia 27 de agosto, evento este que é preparatório para o Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação, que ocorre no mês de outubro, em Natal, no Rio Grande do Norte.

José Nunes foi entrevistado por Lorde Lobo.